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22 de agosto de 2013

Rosas e Punhais - A Peneira


Capítulo 2 – A Peneira

Rir daquelas piadas que ninguém além de vocês duas entende, ou fazer festa do pijama e ficar conversando até o sol nascer são coisas que amigas fazem. O ruim é que as pessoas mudam, as meninas crescem e muitas vezes as amigas se afastam. Por trabalho, estudos e outras obrigações do dia muita gente acaba saindo da nossa bolha.

Eu sempre fui muito apegada aos meus amigos, costumava fazer tudo que achava ser o melhor pra eles e me decepcionava caso não agissem da mesma forma comigo. Na verdade ainda sou um pouco assim. É um defeito meu, afinal não podemos firmar expectativas em cima das pessoas sobre como elas devem ou não se comportar.

Sinto que aos poucos essa questão está sendo trabalhada em mim. Sabe, todos nós em algum momento passamos por essa “peneira”. Peneirar as amizades, os amores, as atitudes, e etc. Tem hora que precisamos fazer esse limpa em nós mesmos pra filtrarmos certas coisas.

O processo é difícil, doloroso, como a maioria das mudanças são. Já me afastei de algumas pessoas e sinto que me afasto de outras aos poucos. Em compensação, entendo que pedi a Deus que me ajudasse a “peneirar” determinadas áreas da minha vida, e assim está sendo. Infelizmente nem todos os melhores amigos de antes estão comigo, e as noites de conversa mudaram de personagens. Mas tudo é aprendizado, e como estou feliz por sentir que estou crescendo (se é que estou mesmo) e mudando conceitos antigos e errados. Que venham as novas risadas e alegrias!



16 de julho de 2013

Normalidade

Às vezes as coisas não dão certo
Às vezes dão.
Tem dia que a gente acorda com o pé direito
Outros mal levantamos da cama.
Às vezes olhamos no espelho e sentimos vergonha
Enxergamos o passado e temos medo de como possa ser o futuro.
Mas tem dia que é melhor
E o tempo trabalha ao nosso favor
Às vezes as coisas vão bem, às vezes não.

E às vezes é só normal.



13 de junho de 2013

Rosas e Punhais

Capítulo 1 - Estoure a bolha

Tenho vontade de fugir, mas não vou. É engraçado como as pessoas sempre deduzem que se alguma coisa de ruim acontece você entrará em alguma espécie de bolha e sufocar até a morte. Sim, a maioria realmente faz isso. Mas eu não quero ser o tipo de gente que foge. Quero ter força pra encarar esses chatos problemas e dizer a eles: “Eaí, quem é que manda aqui?” Afinal, de que vale fugir já que tudo vai continuar onde está? Então passada a lição “aprenda a enfrentar seus problemas”, decidi sair da minha bolha sufocante e viver seja lá o que existia fora dela.
Minha história, eu sofri. Assim como todas as pessoas do mundo. A diferença é que quando aconteceu comigo fiquei com tanto ódio que decidi me isolar e gastar meu tempo pensando nas possíveis formas de vingança, e comecei a torcer que o universo agisse, realizasse meu desejo e explodisse aquelas coisas chatas. Já pensou se o universo realmente escutasse e realizasse cada pedido de vingança das pessoas amarguradas? Te garanto que não estaríamos aqui agora. Mas graças ao cosmo, ao amor próprio e ao senso de ridículo cansei de levar uma vida medíocre de planos sempre falíveis. Não sei se você concorda comigo, mas planejar uma vingança cansa, e muito. E só você que se preocupa com isso, o restante das pessoas seguem a vida, trocam de bolhas, comem ovos mexidos no café da manhã e arrumam ocupações.
Desculpa se não te contei o que aconteceu comigo, mas nem vou contar. O que você precisa saber é que cansei da bolha. Enjoei dela a tal ponto que qualquer coisa que fizesse com que me sentisse daquele jeito de novo, estourava antes mesmo de virar uma pequena bolinha. Estava gastando muito esforço mental com isso, e não gosto de usar meus pensamentos com coisas desnecessárias.
Isso tudo que falei pode ser lixo, ou não. Faz parte do “quem é que manda aqui”. Me sinto cansada só em relembrar de como era dentro da bolha. Algumas pessoas desistem das coisas na metade, e eu não quero ser assim também. Vou até o final com minha história, te garanto. Mas depois, agora ainda não faria sentido continuar. 

4 de junho de 2013

Que tal ser nada?

Ontem antes de dormir me veio uma ideia, mas como não a escrevi ela fugiu. Tinha o tempo e uma oferta, mas só me lembro dessas coisas. E com essas poucas lembranças faço meu texto, ou melhor, uma proposta. Aceita?


Que tal nós sermos nada?
Porque nada é nada pra sempre, é infinito.
E de coisas intermináveis o tempo trata muito bem
E então, vamos ser nada?
Pra nos perder no tempo e sermos também infinitos.




3 de junho de 2013

O que a distância faz

Já perdi a conta de quantas lembranças a distância me trouxe
Ou quantas lágrimas e sorrisos ela arrancou de mim
Já me reaproximou amores
Já causou náuseas e calafrios.

A distância me faz pensar em coisas que foram importantes um dia
E em outras que não eram mas hoje são.
Em gente que eu achava que corria atrás.
Mas dessas a distância passou na frente e eles nem fizeram questão de revidar.
Distância já fez muita gente sumir.

Mas ela me trouxe novas pessoas, novos olhares
Uma reciclada nas coisas velhas
Um "up" pro mundo real
Distância recicla, renova
Limpa e inova.


25 de março de 2013

Entre tudo

Entre tanta gente
Entre tantos planos
Tanta felicidade.

Entre tanta publicidade
Entre tanta solidão
Tantos devaneios
E entre todos os amores
Esquecemos que somos sós.

Entre o passageiro e a eternidade
Na solidão resta-nos a realidade.

1 de março de 2013

Um outro olhar.

É claro que o preconceito existe, e eu diria que às vezes é maior por parte de nós mesmos que dos outros. Preconceito é criarmos uma opinião sobre um tema sem nem conhecê-lo como de fato ele é. Quando digo que em alguns casos somos nós mesmos os vilões de nossas vidas é porque as vezes não conhecemos a realidade de nossos próprios problemas e já os julgamos como insolúveis, impossíveis e simplesmente não procuramos nenhuma solução. Por que comecei dizendo essas coisas? Bem, vou lhe contar minha história e você entenderá.
Já dizia aquele velho ditado: “A grama do vizinho sempre parece mais verde”, e realmente a vida dos outros sempre pareceu melhor que a minha. Sofri um acidente de carro quando tinha 15 anos e devido a uma lesão medular fiquei paraplégico. Você pode imaginar que não foi nada fácil enfrentar minha adolescência preso em uma cadeira de rodas. Não namorava ninguém e nem saia de casa a não para escola (coisa que meus pais me obrigavam a fazer). Passei cinco anos me sentindo um peso para minha família, achando que seria melhor ter morrido a ficar deficiente.
Não vou te contar o que passei após o acidente, como eram terríveis as sessões de fisioterapia ou como foi achar que poderia voltar a andar e no fim descobrir que isso não passava de uma fantasia na minha cabeça. Não, não vou te contar de como fiz meus pais e amigos sofrerem porque só conseguia sentir pena de mim mesmo e como fui egoísta por achar que todos deviam fazer o mesmo. O ser humano tem a mania de se menosprezar em relação a quem quer que pareça viver melhor, e enquanto eu não parei de me sentir inferior ao resto do mundo não consegui seguir a diante. Sim, eu vou te contar como superei essa auto piedade e comecei e enxergar o quanto estava perdendo da vida enquanto permanecia preso com meu preconceito.
Quando tinha vinte anos assisti a uma reportagem que falava sobre o trabalho de umas artesãs no Nordeste. Achei aquelas mulheres fantásticas, muitas delas sustentavam a família inteira só com o dinheiro vindo do artesanato, e apesar das dificuldades financeiras que enfrentavam durante todo o documentário falaram apenas das coisas que já tinham conquistado graças ao artesanato, e não do que ainda faltava. Não sei por que aquela reportagem mexeu de uma forma diferente comigo, e passei a me questionar por que eu reclamava tanto dos meus problemas e não percebia o que de bom ainda me restava.
Decidi que mais histórias como a daquelas mulheres e tantas outras de exemplos de determinação deveriam ser mostradas às pessoas. Resolvi fazer faculdade de jornalismo e me dedicar a encontrar histórias que valessem a pena serem contadas. Comecei a produzir vários documentários até que um dia um colega de classe me perguntou por que não produzia minha própria história. Eu tinha passado a aceitar melhor minha condição física, porém ainda existiam muitas barreiras que faziam com que eu não me achasse digno de compartilhar meus sentimentos com o mundo. Por fim acabei sendo convencido a gravar o documentário e surpreendentemente eu tinha muito mais a dizer do que pensava.
Foram sete meses de produção contando o que eu tinha passado ao longo daqueles anos após o acidente e o que a paraplegia tinha feito comigo. Percebi que eu não devia me achar um coitado por estar naquela cadeira de rodas, um injustiçado que foi fadado a passar o resto da vida dependendo de um objeto pra se locomover. Eu tinha sido abençoado com a chance de reconstruir minha vida. Provavelmente eu não seria a mesma pessoa se não tivesse enfrentado todos aqueles obstáculos. Comecei a me enxergar como aquelas pessoas que entrevistei antes, como alguém que assim como todo mundo tem uma dificuldade e tenta superá-la.
A deficiência não deixou de me incomodar, e nem sei se isso acontecerá um dia. Mas o que antes eu via como um impedimento para viver hoje me faz questionar “Como posso trazer isso à minha vida?”. Eu entendi que por mais verde que seja a grama do meu vizinho ele nunca estará totalmente satisfeito com seu jardim. Achamos defeitos e reclamamos de tudo, contudo se aceitarmos que nada na vida é realmente perfeito quem sabe podemos parar de nos enganarmos e nos escondermos por trás de tantas máscaras. Afinal, todos nós temos boas histórias que merecem ser contadas.
Meu nome é Otávio, tenho 25 anos, sou jornalista e paraplégico. Minha deficiência é a última na minha apresentação, porque ela é a última que me impede de fazer qualquer coisa que eu queira. 


6 de fevereiro de 2013

Acontece Sempre.

Você não precisa se culpar por aqueles encontros repentinos e tão divertidos que você teve ultimamente. Ou aqueles marcados com semanas de antecedência que você ficava se preparando para quando chegassem.
Você não tem que se culpar por ter tentado ser feliz. Quem não tenta que deve ser culpado por não apostar em nada. Se não deu certo, bola pra frente. Ninguém consegue andar de primeira, sempre tem muitos tombos no caminho.
Você deve se permitir confiar nas pessoas. Mas lembre-se de quando gostar de alguém assegurar-se de não esperar que esse novo amor preencha todas suas expectativas. Às mulheres: o príncipe encantado não existe, e muito menos vai aparecer em um cavalo branco. Talvez com um carro popular, a barba por fazer, contas a pagar e a mania de se achar o melhor jogador de futebol entre o grupo de amigos. Aos homens: Sim, mulheres em sua natureza são um tanto bipolares. Não esperem ser compreendidos, a mente feminina entende apenas o que quer. A mulher vai gritar com você, dizer que te odeia mas no final vai querer uns beijinhos e um “você estava certa, amor”.
Enfim, não deixe sua felicidade nas mãos de alguém, não existe ninguém perfeito e essa pessoa pode não saber o que fazer com tamanha responsabilidade.
Você não precisa se culpar por se apaixonar, acontece sempre. Amor é assim mesmo, às vezes dura pra sempre, às vezes passa. Mas se de uma coisa não podemos ser culpados é de amar, existe coisa melhor?

3 de janeiro de 2013

Saudade Antecipada


Quem já disse adeus alguma vez saberá o que quero dizer. 
A saudade antecipada, como o próprio nome diz, é sentida antes mesmo de alguma coisa acontecer. Sabe aquela sensação de vazio, perda, frio no estômago, solidão? Então. No geral sentimentos nos causam isso mesmo, e a saudade é só o acréscimo de alguma coisa que já sentimos.

Antecipar: "Fazer antes do tempo estabelecido; Adiantar-se."
Saudade: "Lembrança triste e suave de pessoas ou coisas acompanhada do desejo de as tornar a possuir ou ver presentes; Pesar pela ausência."

Entenda se quiser, mas eu culpo as lembranças pela saudade. Se não tem lembranças logo não sente falta, certo? Mas calma, se as lembranças não existem é porque nunca viveu de verdade, e se não viveu é porque no mínimo não soube ser feliz. Droga, parece que o jeito é sofrer de saudade, antecipada ou não. Mas saudade também pode ser "matada", né? 
De qualquer forma, damos um jeito. Ocupamos a mente pra fingirmos que não pensamos na pessoa, saímos todos os dias pra dizermos que não nos sentimos sós. Mas no fundo a gente sabe que só uma coisa cura nossa saudade, o encontro.


6 de novembro de 2012

Falsas Verdades

Oram falam da importância de se saber expressar,
ora citam o valor do silêncio.
Confundem a liberdade com o exagero, talvez.
Falam mais do que podem no momento e acabam dizendo mentiras.
Mentiras ou falsas verdades, qualquer que seja a definição é levada pela empolgação.
O impulso.

Lembram o quanto é fundamental pensar antes de agir,
Fechar os olhos pra contar.
Mas a verdade é que poucas vezes fazem isso.
Cobram demais uns dos outros e não oferecem nada em troca.
Sim, a vida é feita de trocas.
Trocas de favores, de carinhos, de olhares.

Ora discutem sobre moral,
ora pedem desculpas em público.
Ninguém cumpre veemente o que promete.
Promessas e expectativas são quebradas, e no entanto eles continuam falando, cobrando...
E se esquecendo de tudo depois.


22 de outubro de 2012

Culpa do amor

Foi pouca razão pra muita sensibilidade.
Desejo sem reparação.
Abstinência  que levou à crise, que de tanta crise foi quase esquecido.
Orgulhosa demais pra voltar atrás
Cheio de pré-conceitos e julgamentos,
Hipócrita por tentar negar o amor.
Amor não se nega.
Ao amor entrega-se tudo, sem orgulho, sem razão.
Só desejo.





15 de setembro de 2012

Um favorzinho seu

Oi, quanto tempo faz que a gente não se vê?
Eu mudei e nem contei pra você.
Sabe, tive muito tempo pra me resolver.
Você conseguiu?
...
Então, me conta as novidades
Só não esqueci  das suas burradas
Aliás, como puxar assunto com uma filha da.. ah, deixa pra lá.
Foi um belo favor que você me fez
Terminou de vez.
Lá vai dois beijinhos e a gente se vê, se esbarra na rua ou então vai se.. ah, tudo de bom pra você.










25 de julho de 2012

Resumo

Muita vontade, poucas palavras e quase nenhuma ação.



16 de julho de 2012

Meu hoje feliz

Hoje particularmente me sinto bem
Hoje resolvi ser feliz
Decidi que embora diversas coisas chatas e ruins aconteçam durante a vida, outras tantas boas e divertidas também existem.
Hoje eu resolvi sorrir muito mais, e olha que sorrisos são meu ponto fraco.
Não sei o seu poder com exatidão, mas gosto de testar pra que ver quão influenciador um sorriso pode ser.
Depois que decidi ser feliz confesso que me senti muito melhor.
Distribui meus sorrisos, olhares, beijos, carinhos, e como retorno recebi tudo que dei:
Felicidade.


9 de julho de 2012

Encantada

Só estou com vontade de escrever
Nem sei se tenho um assunto, se alguma coisa me chama a atenção agora
Queria mesmo escrever sobre você.
Mas você não existe mais, e então escreverei sobre outra coisa.
Nem sei como acontecem as etapas, mas imagino que seja assim:
Você começa, as ideias surgem até que você se cansa ou elas acabam, e por fim você termina o texto.
Escrever sobre o outro..
Acho que seria mais fácil escrever sobre mim. Mas nesse caso não haveria o que escrever.
É mais ou menos isso: Tudo o que posso dizer é que foi encantador conhecê-lo e me pergunto se foi assim também com você.
Acho que me atrapalhei quando tentei dizer tanta coisa
A verdade é que estou encantada com você e era apenas sobre isso que eu queria escrever.




3 de julho de 2012

Ciclo do medo

Tenho medo de fracassar
De não corresponder as expectativas.
Penso, e quando penso demais posso me esquecer de parar de pensar.
Pedi tanto pra que isso acontecesse que agora tenho vergonha de dizer que não sei se quero
Tenho medo de não ser capaz
De não ser feliz
No tempo certo as coisas acontecem, eu sei.
Mas em algum momento elas também deixam de ser novidades e viram apenas rotina.
Rotina cansa e estressa
Rotina é inimiga da inovação
Arrisque-se mais!, eu penso
Sento na minha cadeira e penso outra vez
Penso no medo e como posso superá-lo
Porque medo é assim mesmo, todo mundo sente.
Mas e se todo mundo desistisse por que sentiu medo?
Quantas coisas poderia fazer se não tivesse medo de nada?


27 de junho de 2012

Explicações, mudanças e blogs

Semestre acabando, férias finalmente dando o ar da graça, e resolvi pensar sobre algumas coisas. O blog sempre teve uma característica mais poética e essa coisa de descrever sentimentos e tal. Mas acontece que ultimamente tenho tido vontade de escrever sobre outras coisas, e pelo espaço ter assumido essa característica achei que talvez não fosse certo.

Mas calma ai! O blog nunca foi um espaço delimitado onde eu só poderia falar sobre tal assunto. Pelo contrário, blogs são super democráticos, e as pessoas os criam justamente para falarem sobre o que quiserem com liberdade. Pensado nisso decidi: o blog pode falar de tudo! (Super descoberta) Acho super importante o blog seguir o estilo do seu autor, e como eu disse antes, não estou muito no clima de poemas e poesias. Claro que elas sempre farão parte daqui, até porque consigo me expressar com muita facilidade através delas. 

Explicado isso e sem mais delongas, vamos às novidades:

Não sei ao certo quem acompanha ou não o blog, mas tendo em vista as visitas que, graças a Deus, tem sido muitas ( muito obrigada por todas elas aliás!) acredito que um bom número de pessoas vá ler isso :) 

Enfim, recentemente ganhamos mais uma pessoa para esse maravilhoso-mundo-do-blog \o/  Explicando melhor, a Fernanda (Fê) é uma amiga da faculdade que decidiu criar um blog juntando as duas coisas que ela mais gosta: publicidade e moda. O resultado, claro, tá uma gracinha! Meninas ( e meninos) de plantão que também adoram essas duas coisinhas e que gostam de ficar sabendo de tudo que acontece nesse nosso mundão, não podem perder. Além disso,  a Fê organiza alguns sorteios pelo blog e você pode ganhar brindes lindos! (quer melhor?) Pois é moçada, fica ai uma super dica pra vocês de um cantinho com matérias simples, interessantes e claro, divertidas!

Pra quem se interessou e quer conhecer mais o blog é Fernanda Santos. O link é esse AQUI 



Espero que gostem! :)

Beijão

6 de junho de 2012

Passe para o papel


Escrever, para mim, é se libertar. É como se por um momento, mesmo que pequeno, você fosse dono do tempo e todas as coisas acontecessem a sua maneira. Escrever é contar a história na sua versão e fazer com que a enxerguem da forma mais linda. Não sei de onde vem esse dom. Sei que pode ser aperfeiçoado ao longo do tempo, mas convenhamos, existem pessoas que parecem terem nascido para nos impressionar com seus versos. A arte de seduzir alguém usando apenas palavras. Ah, a poesia! Como é lindo quando, em as vezes em tão poucos versos você é completamente conquistado. 
Seja conciso em suas palavras, mas nunca deixe aquele detalhe passar. Detalhes são importantes e fazem a diferença em qualquer texto. Escreva para si mesmo, como se o universo fosse seu. Apaixone-se por cada linha redigida, e no final o seu texto não se torna apenas libertador, mas inspirador. E acima de tudo, apaixonante.


15 de março de 2012

Close your eyes and make a wish

If I could change everything
I wish I could be with you.. but I can't
How could we get together and separated at the same time?
If you asked me how I'm doing
I would say I'm doing just fine
I would lie and say that you're not on my mind
I wish you were here
I wish kiss you. 
I wish could  love you
And finally I'm forced to face the truth
No matter what I say I'm not over you
Just one more time, I just wish have you.


1 de março de 2012

Via de mão dupla

Certo dia conversando com um colega perguntei qual era sua maior qualidade. Após alguns segundos pensando ele respondeu: Sou uma pessoa muito paciente. Ora, o que é ser paciente de fato? Para mim, uma vez irritado, mesmo que você não demonstre publicamente sua raiva você não está mais calmo. Desde que recebi essa resposta dele comecei observá-lo e tentá-lo de todas formas possíveis para que ele me provasse se era mesmo tão paciente quanto dizia. 
Por fim, em uma das minhas tentativas ele acabou se irritando e gritou: Chega! Não aguento mais suas brincadeiras bobas e suas atitudes estúpidas! Na mesma hora parei em frente a ele e disse: Mas você não me disse que sua maior virtude era a paciência? E ele apenas me olhou e respondeu: Mesmo dizendo ser minha maior qualidade isso não significa que estou livre de me cansar das coisas. A diferença é que procuro não estragar meu relacionamento com as pessoas tirando a prova real de tudo que elas falam. Todos nós estamos sujeitos a nos cansarmos de vez em quando, e eu cansei de você. 
Depois daquele dia nunca mais nos vimos. E então aprendi: Não teste demais as pessoas, elas se cansarão de você. Cedo ou tarde.